quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Casamento na Aldeia























MTFernandes


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Agosto de 2008
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FELICIDADES AOS NOIVOS.

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Como não fui às amêndoas, a reportagem ficou incompleta, mesmo a da boda comunitária.


quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Flor babense

MTFernandes

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Trazida hoje para Zira que tem mantido o blog em movimento. Obrigada simpática amiga e colaboradora.Beijicos.


Moto sem ser 4

MTFernandes
Mas o jovem seguiu a menina da moto4 anterior...eu "paparazzi ando"

Nas moto4 até leitura se faz

MTFernandes, Agosto 2008

Babe, capital da Moto4

Agricultores de Babe viram motoqueiros

Trocaram o burro e o tractor pelo veículo todo-o-terreno que lhesdá mais mobilidade e até permite ir à horta buscar alimentos e animais

2008-08

Os habitantes de Babe renderam-se às motos de quatro rodas. Em cerca de 10 anos o número de veículos aumentou de três para perto de 70. São poucas as famílias de Babe que não têm uma moto-quatro.

Alguns usam-na para passear, outros simplesmente não quiserem ficar atrás do vizinho e outros dão-lhe novos destinos nas tarefas agrícolas. Só num ano foram compradas cerca de 30 motos na freguesia de Babe, Bragança.

A onda das M4 começou, mais ou menos, há 10 anos e desde então tem sido uma corrida desenfreada à sua aquisição. Manuel António Fernandes, de 55 anos, foi dos primeiros a aderir à moto. O raio do "bicho" como que o enfeitiçou. "Encanta logo", confessou ao JN. A sua moto não tem descanso, desde que a esposa aprendeu a manejá-la, nunca mais parou, pois Isabel Fernandes faz dela as suas pernas.

"Vai buscar comida para os animais, vai regar e buscar os animais ao lameiro", conta o marido. Afinal, a moto é melhor do que um burro, porque não come todos os dias e só gasta quando é usada.

Manuel António Fernandes garante que Babe é a aldeia que tem mais M4 na região e quem sabe no país. "Aqui se um tem o outro também quer ter", admite.

Isabel Fernandes é que nunca imaginou que haveria de ser uma motoqueira, e das mais originais, é que em vez de fato de cabedal e botas usa muitas vezes chinelos e avental. A agricultora aderiu à moto e para já está satisfeita, apesar de não consumir pouco. Num instante se desloca à horta ou ao lameiro mais distante, transporta nabiças, beterrabas e feno. Já quase nem concebe a vida sem a moto. "A moto é as minhas pernas, vou para todo o lado nela", deslinda a agricultora.

Não é vulgar ver mulheres a conduzir motos em Trás-os-Montes, e muito menos ver agricultoras apaixonadas por tal transporte. Com esta idade é mesmo caso único.

Nunca tinha andado. A primeira vez foi complicado, mas aprendeu graças à persistência do filho. "A primeira vez que andei foi difícil. Eu só gritava", recorda. O filho é que não esteve para meias medidas e teimou, chegando a levá-la para uma grande ladeira, a fim de ela perder o medo: " Bô, cuidei que era o meu último dia", reviveu com o seu sotaque da Lombada. A teimosia do filho levou a melhor e "devagarico, devagarico lá comecei a conduzir".

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Nossa Sª de Lurdes


Altar erguido em honra dos combatentes da 1ª Guerra Mundial. Os filhos da terra regressarm.

Se passar por Babe visite a Igreja


Aqui os meus pais me baptizaram,
casei e baptizei os meus dois filhos.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

De um lado terra, doutro madeira...Miguel Torga

De um lado terra, doutro madeira... por Edu Viero.


Fronteira

De um lado terra, doutro lado terra;
De um lado gente; doutro lado gente;
Lados e filhos desta mesma serra,
O mesmo que os olha e os consente.

O mesmo beijo aqui; o mesmo beijo além;
Uivos iguais de cão ou de alcateia.
E a mesma lua lírica que vem
Corar meadas de uma velha teia.

Mas uma força que não tem razão,
Que não tem olhos, que não tem sentido,
Passa e reparte o coração

domingo, 10 de agosto de 2008

Aldeias abastecidas por autotanque

"As aldeias de Babe e Labiados, da mesma freguesia, no concelho de Bragança, estão a ser abastecidas por autotanques dos Bombeiros, que fazem o transporte para os reservatórios de abastecimento de ambas as localidades. Babe está a ser abastecida diariamente, enquanto que na pequena aldeia de Labiados a água é reposta no reservatório de dois em dois dias, pelo menos durante esta semana."
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Na esplanada

Do" Lombada ,"ao correr da manhã preparava-se tudo para o almoço de quem aparecesse.
E daquela esplanada vê-se natureza bem rural: lameiros com freixos e terras de cereal.

POR CÁ?

-Então está por cá? Há muito tempo que não vinha...os filhos também vieram??
Faz bem passar uns dias nestes ares...
E cada pessoa que se encontra ou passa fala, cumprimenta ou olha a ver se me dirijo.
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Os feijões verdes, alfaces, ameixas etc. aparecem na varanda sem eu me ter apercebido quem deixou, silenciosamente com receio de me acordar...Lá descubro, posteriormente quem fez a boa acção.
Afectos , atitudes...a gente da minha terra, na aridez da montanha...AQUI...por cá!

Eu já descobri algumas amoras maduras


quarta-feira, 6 de agosto de 2008

BABE HORIZONTE DE MAGIA
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É um lugar mágico
Aquele que em menina
Sonhava sair um dia...
Olhava a linha do horizonte
E sonhava...
Subir aquela serra
Ahh! Era fantástico...
Descobrir o que do outro lado
Estava...
Um dia aconteceu a serra fui
Subir.
Mas,minha ansiedade aumentou
Pois a serra continuou
E eu fiquei sem
Descobrir
O que existia para lá da serra
E da outra a seguir.
Um dia lá vou eu
Ampliar meu horizonte
Mas a menina sonhadora
Depressa compreendeu
Que o horizonte que sonhava
É mais limitado que o meu
Em tempos de menina!

Mª Alzira Marrão

domingo, 3 de agosto de 2008

"Motoqueiro"babense

Chico, não me ralhas se aí for por ter ido ao hi5 desviar a foto?Não podes...
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"A mulher de vermelho"

OS SINOS

"SINTO "AS BADALADAS DE DÉCADAS ATRÁS
RECORDO-AS MUITS VEZES:
ERA O TOQUE DAS TRINDADES AO AMANHECER
MAIS TARDE O TOQUE PARA A ESCOLA
POIS SEM RELÓGIO NÃO PODIÁMOS SABER
A HORA CERTA DA ENTRADA.
O TOQUE PARA A MISSA POR ALMA DE ALGUÉM
À NOITINHA O TOQUE DAS TRINDADE S, DE NOVO,
MAIS TARDE O DAS ALMAS, O ÚLTIMO DO DIA.
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MAS AINDA O DAS CINCO CHAGAS NA TARDE DE SEXTA FEIRA
E QUANDO ALGUÉM MORRIA SINAL ESPECIAL E DIFERENTE
SE FOSSE HOMEM AO MULHER, DEPIS O DOS FUNERAIS TB ESPECIAIS
O REPIQUETE APROPRIADO QUANDO ALGUM INCÊNDIO HAVIA
OU REUNIÕES DE CONSELHO DO POVO QD ALGO ERA PRECISO RESOLVER.
SINO E SINETA, UM COM SOM MAIS FORTE OUTRA MAIS AFINADA
UM E OUTRO TOCAVAM PARA A MISSA DOMINICAL...
DAVAM TOQUE DE BAPTIZADO .
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E DURANTE O SÁBADO DA ALELUIA TOCAVAM A NOITE INTEIRA
NA SEGUNDA DE PÁSCOA DURANTE A VISITA PASCAL
ERAM OS RUÍDOS DA ALDEIA ONDE POLUIÇÃO SONORA
APENAS A CHIADEIRA DOS CARROS DE BOIS
O RUÍDO DOS ANIMAIS E OS" AUTIFALANTES" NAS FESTAS
MAS TUDO COM MAGIA SINGELA DOS HÁBITOS ANCESTRAIS,
SALVO A DA MÚSICA QUE ERA MAIS RECENTE...
...
HÁBITOS QUE PERMANECEM
NÃO DA MESMA MANEIRA
O BARULHO É MAIOR
COM CARROS E TRACTORES
MAIS AS MOTO 4 DE MUITOS
E NAS FESTAS CONJUNTOS COM MÚSICA METÁLICA
MELHOR? PIOR?
DIFERENTE.
AS ADAPTAÇÕES VÃO SENDO FEITAS
AO CORRER DE CADA DIA
NUM "DIA DE CADA VEZ"
E OS SINOS A TOCAR!
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M. TeresaFernandes


ESTE CAPANÁRIO É MUITO FALADO

E alguém fotografou a fotógrafa que estava a fotografar também, naquele Março friorento.

Ainda estava tb o meu cão, o Oscarito que no início de ano desapareceu de perto de Lamego...

Florita, a esquerda das escadas já está diferente. Volta a Portugal para ires ver as alterações de Babe. Qd?

sábado, 2 de agosto de 2008

Para babense em férias Zira

Que tem estado para lá, acho que sossegada... Becitos

quinta-feira, 31 de julho de 2008

terça-feira, 29 de julho de 2008

Café Marrão

Onde há não só bebidas ...
mas também simpatia.
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Na Rua da Costa
Quase junto da Igreja!
Será da Costa ou da Igreja a rua do Café'Marráo?
Lena, Lídia e companhia deslindem minha confusão!!!
Que eu sei aí ir mas para os turistas não há mapa não.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Recordações sentidas

Recordei por momentos
Bricadeiras da infância,
Sentimentos positivos
Chegaram num instante:
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O jogar as pedrinhas
Os jogos de roda também,
Subir a algumas árvores
Correr até mais além.
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Era o jogo da macaca
E com bonecas as brincadeiras
Feitas por nós com trapos
Que nos davam as costureiras.
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Contávamos as estrelas
Nas noites de Verão
Procurávamos pirilampos
Sem candeia nem lampião.
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Com galhos secos batia-se
Nos morcegos que passavam
E as estrelas cadentes
Nossa magia inspiravam.
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Naquele largo dos fiadeiros
Da rua da Igreja...até à Costa
Indo até à fonte ...mas só de dia
Se via claro, naqueles monte.
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M. Teresa Fernandes

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Grupo babense

Foto enviada por Patrícia Miranda
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Já passou o floclore
Com o vira e o malhão
A dança agora é outra
Mas em clima de união.
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Tere

quinta-feira, 24 de julho de 2008

DURANTE DOIS DIAS VOU ACORDAR COM ESTE SOM! OUÇAM




DEPOIS OS GRILOS ME IRÃO EMBALAR.....
ESTÃO BABADOS....!
ISTO SÃO FERIAS NO CAMPO
BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

Um filho da terra escreveu....!

Os melros acasalam e os tordos queremos imitar
Há ninhos e ovos frescos nos silveiros
E espreitamos as fêmeas a chocar.
Passamos pela sebe entrelaçada, ainda o sol aquece.
De mão dada com a tarde caminhamos:
O sol cederá lugar no trono, breve, à irmã lua.
Olhamos intensamente e sorvemos, livres, o derradeiro sol
E o prateado luar nascente.Foi para isso que os deuses nos fizeram.
Nesse tempo,
Da guerra não conhecíamos, ainda, o horror,
Nem dos massacres em parte incerta.
Sabíamos apenas dos melros, dos tordos, dos ninhos
E ovos
Essa paz, queríamos imitar.


De: Jorge Marrao