sábado, 26 de abril de 2008
quarta-feira, 23 de abril de 2008
BOM DIA
terça-feira, 22 de abril de 2008
A população de Babe, no concelho de Bragança, anda sobressaltada com os supostos ataques de lobos a animais de estimação. Segundo os populares, alguns cães terão, mesmo, sido mortos e comidos no último mês.
Por isso, agora há muitos habitantes que receiam ir sozinhos para os campos ou para a apanha da castanha. “As pessoas, principalmente as de mais idade, têm medo de ir para sítios mais isolados”, explicou o presidente da Junta de Freguesia de Babe (JFB), Manuel Esteves.
Paulo Miranda, habitante da aldeia, garante que as pessoas “andam completamente aterrorizadas”, ao passo que Francisco Afonso, também residente em Babe, recorda uma perseguição de um lobo ao seu cão.
Na óptica dos habitantes, esta aproximação dos lobos à aldeia pode colocar em perigo a vida das pessoas, uma teoria que é contrariada pelo biólogo do Parque Natural de Montesinho (PNM), Luís Moreira. “Existem anos em que os lobos descem mais, mas não têm um instinto agressivo, pelo que basta um barulho ou o latir dos cães para fugirem”.
Pessoas tendem a confundir a fisionomia do lobo com a dos animais canídeos
Para o técnico, muitas das “visões” de lobos relatadas pelas pessoas, não correspondem à realidade, dada a sua semelhança com os cães, pelo que não existem motivos para receios. “Muitas vezes, confundem-se e, em 80 por cento dos casos em que somos chamados, os supostos lobos afinal são cães”, salientou o técnico.
Sobre os presumíveis ataques a animais de estimação, Luís Moreira explica que poderão ter sido causados por lobos, mas nunca dentro da aldeia ou de dia. “Estes animais têm características muito próprias e acredito que os cães poderão ter sido mortos, pois afastaram-se do dono à noite e estavam sozinhos”, sublinhou o biólogo.
A população, no entanto, prefere precaver-se e acusa os técnicos do PNM de terem lançado lobos nas matas da freguesia. Confrontado com as acusações, Luís Moreira garante que “é uma ideia descabida, até porque esses lobos nunca sobreviveriam, pois eram rejeitados pelos que já ocupam o território”. Para o responsável, trata-se de “um mito rural actual” que não corresponde à verdade e que nasceu da “confusão com o repovoamento de coelhos em algumas zonas de ca
segunda-feira, 21 de abril de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
sexta-feira, 11 de abril de 2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008
domingo, 23 de março de 2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
SERENIDADE
Em sorriso irradiante
Com quietude fascinada!
Deleite naquele local
Com sorrisos e esperança
Paradigmas de harmonia
Escalada de bonança!
.
Em natural esplendor
Surrealismo à mistura
Sintonia no ambiente
Longe de qualquer loucura.
.
No ar puro da montanha
Procurando o sossego
Vitalizador da mente
Libertando cada medo.
Medo da agitação
Com existência singela
Olhar raios de sol…
E contemplar cada estrela!
.
M.Teresa Fernandes
Olá Alzira!

sábado, 1 de março de 2008
Obrigada Teresa
Apesar de o meu poiso quando de visita a Lombada ser numa aldeia ao lado, Babe é o meu ninho, aldeia de coração de origem. Costumo defini-la "Berço de Emoções .
Vamos subir a sapeira?
Sou de Babe CARAI.
VI AQUELA LOMBADA
Vi aquela Lombada
Coberta de neve fria.
Com brancura de pasmar
Ai que suave magia!
Como se fosse ao vivo
E não pela televisão.
Fiquei cheia de saudade
De quando a pegava à mão!
Brincava com os amigos.
E com eles bonecos fazia
Eram dias diferentes...
Naquela região tão fria.
Nos gelos de cada Inverno
Quando éramos crianças
A contrastar com o calor...
Do Verão e da festanças.
Que muita vez se faziam
Animando toda a aldeia
Era música e bailarico
Mesmo à luz da candeia.
Mas a neve de agora…
Vista mesmo na distância.
Deu-me alento e saudade.
Desse tempo da infância!
.
M. Teresa Fernandes;Jan.2007
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
"Ser de Babe"(Cont.)
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Boooooooooooo
Ser de Babe
Acordar e ver como está o tempo; respirar e sentir o cheiro a ar puro; abrir a porta e desejar a extinção das moscas; olhar para o chão e ver uma bosta de vaca; estar a varrer as escadas e alguém perguntar “Então que andas a fazer?”.
Poder andar no meio da rua, dizer bom dia a toda a gente por quem se passa; dizerem-te no mesmo dia “estás mais magra” e “estás mais gorda”; falar alto e conhecer os primos segundos, terceiros, quartos, quintos…
Chegar a casa e a bosta ter as marcas de um pneu que a espalhou pelo chão; fazer lume, assar carne e cozer batatas.
Andar ao fresco quando a noite é bonita; ter uma mãe que sussurra, mas alto e toda a gente ouve.
Ter chouriço e salpicão sempre à espera de serem comidos com um cibo de pão; ter GNR’s na família; ter uma tia ou avó que usa lenço, xaile e se veste de preto e que também é hipocondríaca.
Vestir roupa bonita ao Domingo ir de manhã à missa e não passar a tarde em casa; gostar de música pimba; ter família no estrangeiro, no Porto e em Lisboa que vem ao Natal, à Páscoa e em Agosto.
E se no fim de lerem isto pensarem “Bô mas isto é Babe”, então eu fiz um bom trabalho.
Inês
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Feliz aniversário

Olá, Olá Ana Paula!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Das origens do povoamento

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Cá estou eu!
Poema de uma babense
.
Vinha, nabal florido, olival...
Mac de C. Paragem obrigatória para mim antes de seguir para Babe ou de Babe para Gaia.Bjs mano , cunhada e afilhado.


































