terça-feira, 22 de abril de 2008

Babe com medo aos lobos

A população de Babe, no concelho de Bragança, anda sobressaltada com os supostos ataques de lobos a animais de estimação. Segundo os populares, alguns cães terão, mesmo, sido mortos e comidos no último mês.
Por isso, agora há muitos habitantes que receiam ir sozinhos para os campos ou para a apanha da castanha. “As pessoas, principalmente as de mais idade, têm medo de ir para sítios mais isolados”, explicou o presidente da Junta de Freguesia de Babe (JFB), Manuel Esteves.
Paulo Miranda, habitante da aldeia, garante que as pessoas “andam completamente aterrorizadas”, ao passo que Francisco Afonso, também residente em Babe, recorda uma perseguição de um lobo ao seu cão.
Na óptica dos habitantes, esta aproximação dos lobos à aldeia pode colocar em perigo a vida das pessoas, uma teoria que é contrariada pelo biólogo do Parque Natural de Montesinho (PNM), Luís Moreira. “Existem anos em que os lobos descem mais, mas não têm um instinto agressivo, pelo que basta um barulho ou o latir dos cães para fugirem”.

Pessoas tendem a confundir a fisionomia do lobo com a dos animais canídeos

Para o técnico, muitas das “visões” de lobos relatadas pelas pessoas, não correspondem à realidade, dada a sua semelhança com os cães, pelo que não existem motivos para receios. “Muitas vezes, confundem-se e, em 80 por cento dos casos em que somos chamados, os supostos lobos afinal são cães”, salientou o técnico.
Sobre os presumíveis ataques a animais de estimação, Luís Moreira explica que poderão ter sido causados por lobos, mas nunca dentro da aldeia ou de dia. “Estes animais têm características muito próprias e acredito que os cães poderão ter sido mortos, pois afastaram-se do dono à noite e estavam sozinhos”, sublinhou o biólogo.
A população, no entanto, prefere precaver-se e acusa os técnicos do PNM de terem lançado lobos nas matas da freguesia. Confrontado com as acusações, Luís Moreira garante que “é uma ideia descabida, até porque esses lobos nunca sobreviveriam, pois eram rejeitados pelos que já ocupam o território”. Para o responsável, trata-se de “um mito rural actual” que não corresponde à verdade e que nasceu da “confusão com o repovoamento de coelhos em algumas zonas de ca

domingo, 2 de março de 2008

SERENIDADE

Serenidade encontrada
Em sorriso irradiante
Com quietude fascinada!
Deleite naquele local
Com sorrisos e esperança
Paradigmas de harmonia
Escalada de bonança!
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Em natural esplendor
Surrealismo à mistura
Sintonia no ambiente
Longe de qualquer loucura.
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No ar puro da montanha
Procurando o sossego
Vitalizador da mente
Libertando cada medo.
Medo da agitação
Com existência singela
Olhar raios de sol…
E contemplar cada estrela!
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M.Teresa Fernandes

Olá Alzira!


Bem chegada este espaço que abri para a nossa aldeia,... Babe, onde nascemos e brincámos, à pincha carneira por aquela palha fora, ao escorrega sobre o gelo e as giestas, à macaca, aos jogos de roda, onde aprendemos a fazer crochet, meia e a desenvolver perante aquela natureza, ora agreste ora em jardim florido, mesmo no monte, a nossa sensibilidade. Onde também fizemos a o Ensino Primário. Apesar da diferença de idade, como vivíamos na mesma rua já estravas na brincadeira das mais crescidas...e a cor do teu cabelo fazia a diferença, rsssss...Obrigada por aceitares o convite e vamos mesmo pela sapeira , salvo se formos a pé ou de helicóptero...A...h podemos ir por outros lados de moto4(eu não tenho) de tractor... que esquecida ou todo o terreno. Na nossa infância a alternativa era ir nas burricas, senão a pé para qq lado mesmo para Bragança. Não queres contar aquela do Festival da Canção?

E foi há tantos anos....Com amizade
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M.Teresa

sábado, 1 de março de 2008

Obrigada Teresa

Vou tentar dar o meu simples contributo ao Blogue de Babe, terra que me viu nascer crescer e dela saí aos 27 anos.
Apesar de o meu poiso quando de visita a Lombada ser numa aldeia ao lado, Babe é o meu ninho, aldeia de coração de origem. Costumo defini-la "Berço de Emoções .
Vamos subir a sapeira?
Sou de Babe CARAI.

Em Babe também há:

Gelo no Inverno
As referidas Moto4

Procissão no dia de festa



Museu Etnográfico
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Fotos de MTFeranandes

VI AQUELA LOMBADA



Vi aquela Lombada
Coberta de neve fria.
Com brancura de pasmar
Ai que suave magia!

Como se fosse ao vivo
E não pela televisão.
Fiquei cheia de saudade
De quando a pegava à mão!

Brincava com os amigos.
E com eles bonecos fazia
Eram dias diferentes...
Naquela região tão fria.

Nos gelos de cada Inverno
Quando éramos crianças
A contrastar com o calor...
Do Verão e da festanças.

Que muita vez se faziam
Animando toda a aldeia
Era música e bailarico
Mesmo à luz da candeia.

Mas a neve de agora…
Vista mesmo na distância.
Deu-me alento e saudade.
Desse tempo da infância!
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M. Teresa Fernandes;Jan.2007

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

"Ser de Babe"(Cont.)

...Também é ter toque das trindades todas as madrugadas e ao anoitecer, toque das almas antes de ir dormir, toque das cinco chagas nas sextas feiras à tarde,toque apropriado para os incêndios, e diferenciado para mulher ou homem, como sinal, para quando morre alguém, toque mais " de sinos virados" quando há festas maiores, toque de baptizado...eina e o dia inteiro na segunda feira de Páscoa, depois da madrugada e de parte do Domingo do sábado da aleluia e do domingo de Páscoa...de que eu fujo a sete pés já que moro à beirinha.
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M.T.Fernandes

Video de música

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Podem clicar e ouvir

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

27 de Fevereiro...Em memória de minha mãe


Foi há 93 anos...

Que nasceste mãe querida

Vai a caminho de cinco anos

Que foi tua partida.


Aniversário...

Gostavas de o festejar

Com bolo e champanhe

Ter chocolates e flores.

Prendas e muito amor.

Da tua filha Maria Teresa

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Boooooooooooo


E TODOS FALAM COM TODOS
MTFernandes

Ser de Babe

Acordar e ver como está o tempo; respirar e sentir o cheiro a ar puro; abrir a porta e desejar a extinção das moscas; olhar para o chão e ver uma bosta de vaca; estar a varrer as escadas e alguém perguntar “Então que andas a fazer?”.
Poder andar no meio da rua, dizer bom dia a toda a gente por quem se passa; dizerem-te no mesmo dia “estás mais magra” e “estás mais gorda”; falar alto e conhecer os primos segundos, terceiros, quartos, quintos…
Chegar a casa e a bosta ter as marcas de um pneu que a espalhou pelo chão; fazer lume, assar carne e cozer batatas.
Andar ao fresco quando a noite é bonita; ter uma mãe que sussurra, mas alto e toda a gente ouve.
Ter chouriço e salpicão sempre à espera de serem comidos com um cibo de pão; ter GNR’s na família; ter uma tia ou avó que usa lenço, xaile e se veste de preto e que também é hipocondríaca.
Vestir roupa bonita ao Domingo ir de manhã à missa e não passar a tarde em casa; gostar de música pimba; ter família no estrangeiro, no Porto e em Lisboa que vem ao Natal, à Páscoa e em Agosto.

E se no fim de lerem isto pensarem Bô mas isto é Babe”, então eu fiz um bom trabalho.

Inês

Aos meus amigos


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Feliz aniversário



Para a colaboradora Paula Fernandes um abraço enorme de parabéns pelo seu aniversário. Felicidadesssssssssssssssssssssssssssssssssssss

Mais do Carnaval


Mais uma foto do carnaval em Babe.
Os rapazes da ASAE, a freira e a prinçusa!

Bom fim de semana para todos os babenses residentes na aldeia ou espalhados pelo País e pelo Mundo

Olá, Olá Ana Paula!




Ainda bem que aceitaste o convite para colaboradora do Blogue babense... quantos mais melhor. Obrigada pelas duas fotos do Carnaval deste ano lá pela aldeia. Os ferramechos agora vestem-se mais com roupa nova do que velha...Gostei do que aqui vi já que lá não fui. Pelo teu começo de participação, fica uma caixita duns bombons que acho que vais gostar. Pena ser virtual. BOOOOOOOOOOOO.
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Guarda as mensagens todas ...ok??? As que estão nos "Baci" Bons tempos nina!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Das origens do povoamento


Há testemunhos inequívocos da existência de povoamento nesta área em épocas antigas que podem mesmo remontar à Pré e Proto-história. Povoações como Pinheiro Novo, Babe, Donai, Baçal, Gimonde, revelam-se arqueologicamente ricas a qualquer observação ainda que superficial; são visíveis fortificações castrejas, edificações do tipo dolménico, inscrições rupestres, machados de pedra polida e metal, sepulturas abertas na rocha...;


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A julgar pelos restos arqueológicos existiram neste território nos tempos lusitano-romanos muitas «villas»; nas suas ruínas ou perto surgem vestígios materiais - como cerâmica, ânforas, moedas, lápides funerárias, telhas,troços de estrada e marcos miliários. Nas freguesias de Donai, Babe e Baçal foram encontradas muitas lápides funerárias, o que se explica pelo uso entre os romanos de sepultar a família do «dominus», Senhor na «villa»...

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in Parque Natural de Montesinho - Secretaria de Estado do Ordenamento e Ambiente, Nov. de 1990, Lisboa.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Rosas para Ana Rita


A lomba onde Babe se situa na foto anterior, editada por Ana Rita, uma das colaboradoras.



Cá estou eu!

Como filha orgulhosa desta linda terra, aqui estou eu para dar o meu contributo a este blog.

Poema de uma babense

(Babe) Sapeira (Verão de emoção)



Via-te, mas não te olhava...

Perdoa-me.

Hoje nao te vejo

mas olho-te

Intensamente.

Como não podia ver teu carinho?

Talvez por tź-lo constantemente.

Agora que te vejo de quando em vez

Reparo em tudo que tudo me deste.

Valores, costumes que eu tento

Preservar.

Tu , és as minhas origens

Quando subo o caminho que

Me leva a ti

Fico emocionada.

Teus castanheiros em flor

Ah!... é lindo...

Tuas giestas dão-me sorrisos

Seráque sćo de boas vindas?

O cantar do cuco

O chilrear do passarinho

E eu, subo a "serra" a

Olhar-te

Ver-te

Amar-te

E sinto que foste o meu ninho.


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M. Alzira Marrão Lisboa,1989

Vinha, nabal florido, olival...

Mac de C. Paragem obrigatória para mim antes de seguir para Babe ou de Babe para Gaia.Bjs mano , cunhada e afilhado.
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MTFernandes, FEV: 2008

Outra foto do almoço comunitário de javali


Babe, Fev de 2008, MTFernandes

O Castro da Sapeira

Foto MTFernandes, Fev.2008
A caminho de Babe, ao lado do condutor...

Bem vinda Inês