quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Mª Alzira Marrão
domingo, 3 de agosto de 2008
OS SINOS
RECORDO-AS MUITS VEZES:
ERA O TOQUE DAS TRINDADES AO AMANHECER
MAIS TARDE O TOQUE PARA A ESCOLA
POIS SEM RELÓGIO NÃO PODIÁMOS SABER
A HORA CERTA DA ENTRADA.
O TOQUE PARA A MISSA POR ALMA DE ALGUÉM
À NOITINHA O TOQUE DAS TRINDADE S, DE NOVO,
MAIS TARDE O DAS ALMAS, O ÚLTIMO DO DIA.
.
MAS AINDA O DAS CINCO CHAGAS NA TARDE DE SEXTA FEIRA
E QUANDO ALGUÉM MORRIA SINAL ESPECIAL E DIFERENTE
SE FOSSE HOMEM AO MULHER, DEPIS O DOS FUNERAIS TB ESPECIAIS
O REPIQUETE APROPRIADO QUANDO ALGUM INCÊNDIO HAVIA
OU REUNIÕES DE CONSELHO DO POVO QD ALGO ERA PRECISO RESOLVER.
SINO E SINETA, UM COM SOM MAIS FORTE OUTRA MAIS AFINADA
UM E OUTRO TOCAVAM PARA A MISSA DOMINICAL...
DAVAM TOQUE DE BAPTIZADO .
.
E DURANTE O SÁBADO DA ALELUIA TOCAVAM A NOITE INTEIRA
NA SEGUNDA DE PÁSCOA DURANTE A VISITA PASCAL
ERAM OS RUÍDOS DA ALDEIA ONDE POLUIÇÃO SONORA
APENAS A CHIADEIRA DOS CARROS DE BOIS
O RUÍDO DOS ANIMAIS E OS" AUTIFALANTES" NAS FESTAS
MAS TUDO COM MAGIA SINGELA DOS HÁBITOS ANCESTRAIS,
SALVO A DA MÚSICA QUE ERA MAIS RECENTE...
...
HÁBITOS QUE PERMANECEM
NÃO DA MESMA MANEIRA
O BARULHO É MAIOR
COM CARROS E TRACTORES
MAIS AS MOTO 4 DE MUITOS
E NAS FESTAS CONJUNTOS COM MÚSICA METÁLICA
MELHOR? PIOR?
DIFERENTE.
AS ADAPTAÇÕES VÃO SENDO FEITAS
AO CORRER DE CADA DIA
NUM "DIA DE CADA VEZ"
E OS SINOS A TOCAR!
.
M. TeresaFernandes
ESTE CAPANÁRIO É MUITO FALADO
Ainda estava tb o meu cão, o Oscarito que no início de ano desapareceu de perto de Lamego...
Florita, a esquerda das escadas já está diferente. Volta a Portugal para ires ver as alterações de Babe. Qd?
sábado, 2 de agosto de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Recordações sentidas
Bricadeiras da infância,
Sentimentos positivos
Chegaram num instante:
O jogar as pedrinhas
Os jogos de roda também,
Subir a algumas árvores
Correr até mais além.
Era o jogo da macaca
E com bonecas as brincadeiras
Feitas por nós com trapos
Que nos davam as costureiras.
Contávamos as estrelas
Nas noites de Verão
Procurávamos pirilampos
Sem candeia nem lampião.
Com galhos secos batia-se
Nos morcegos que passavam
E as estrelas cadentes
Nossa magia inspiravam.
Naquele largo dos fiadeiros
Da rua da Igreja...até à Costa
Indo até à fonte ...mas só de dia
Se via claro, naqueles monte.
.
M. Teresa Fernandes
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Grupo babense
Já passou o floclore
quinta-feira, 24 de julho de 2008
DURANTE DOIS DIAS VOU ACORDAR COM ESTE SOM! OUÇAM
DEPOIS OS GRILOS ME IRÃO EMBALAR.....
ESTÃO BABADOS....!
ISTO SÃO FERIAS NO CAMPO
BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
Um filho da terra escreveu....!
Há ninhos e ovos frescos nos silveiros
E espreitamos as fêmeas a chocar.
Passamos pela sebe entrelaçada, ainda o sol aquece.
De mão dada com a tarde caminhamos:
O sol cederá lugar no trono, breve, à irmã lua.
Olhamos intensamente e sorvemos, livres, o derradeiro sol
E o prateado luar nascente.Foi para isso que os deuses nos fizeram.
Nesse tempo,
Da guerra não conhecíamos, ainda, o horror,
Nem dos massacres em parte incerta.
Sabíamos apenas dos melros, dos tordos, dos ninhos
E ovos
Essa paz, queríamos imitar.
De: Jorge Marrao
terça-feira, 22 de julho de 2008
Na aldeia de Palácios
A população da pequena aldeia de Palácios, em Bragança, onde apenas restam 24 casas habitadas, vai tirar os trajes tradicionais das arcas para se vestir a rigor para o Festival de Música e Tradição da Lombada, que decorre nos próximos dias 25, 26 e 27
Bragança
Festival de Lombada recria tradição durante três dias
A população da pequena aldeia de Palácios, em Bragança, onde apenas restam 24 casas habitadas, vai tirar os trajes tradicionais das arcas para se vestir a rigor para o Festival de Música e Tradição da Lombada, que decorre nos próximos dias 25, 26 e 27
segunda-feira, 21 de julho de 2008
| Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo... Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer Porque eu sou do tamanho do que vejo E não, do tamanho da minha altura... Nas cidades a vida é mais pequena |
domingo, 20 de julho de 2008
A cordeirita ja deve estar grande
Uma cadela que guarda ovelhas está a amamentar uma cordeira na aldeia de Babe, concelho de Bragança.
A Caravela, assim se chama a cadela-pastora, está a criar uma cordeira como se fosse sua filha. A cachorra foi mãe no mesmo dia em que nasceu a cordeira, que, nessa noite, se perdeu no campo. Mas, para espanto do proprietário do rebanho, na manhã seguinte, a cordeira estava junto à cadela, que a tinha encontrado e nunca mais a largou.
“A cordeirinha ficou-se a dormir amarradinha e não foi capaz de a ver. Quando a encontrei no outro dia de manhã estava deitada ao pé da cadela”, recorda o dono do rebanho, Mário Ferreira, acrescentando que a cadela não mais largou a cordeira. Até que, inesperadamente, a começou a amamentar como se fosse a sua progenitora. A cordeira também não se fez rogada. “Começou a mamar e, até hoje, continua a fazê-lo”, explica o pastor, acrescentando que a cordeira acabou mesmo por rejeitar a mãe biológica “Ainda tentámos, duas vezes, que mamasse, agarrando a ovelha, mas não a queria”, afirma Mário Ferreira.
Segundo a mulher, Isaura Pires, o pastor “até andava para dar a cadela”. “Mas agora nem que lhe dessem 500 euros a tirava daqui”, afirma Mário Pereira.
Por causa desta história, os pastores criaram tamanha afectividade com os animais que nem a cordeira vão vender. A “perdida”, assim lhe chamam, vai crescer para se tornar numa ovelha.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Museus rurais Babe Caravela e Palácios
Para além dos objectos centenários, são as histórias da população idosa que encantam os turistas |








