sábado, 6 de dezembro de 2008

Poema de Natal!




Natal divino ao rés-do-chão humano,
Sem um anjo a cantar a cada ouvido.
Encolhido
À lareira,
Ao que pergunto
Respondo
Com as achas que vou pondo
Na fogueira.

O mito apenas velado
Como um cadáver
Familiar…
E neve, neve, a caiar
De triste melancolia
Os caminhos onde um dia
Vi os Magos galopar…

Miguel Torga

2 comentários:

Anónimo disse...

Parabéns, Zirinha!
Teu presépio tá lindo...
Tem coisa mais terna, mais
catita, do que uma sala
decorada com árvore de natal,
presépio armado, o fogo aceso?
FELIZ NATAL A TODOS!
Beijos
Gracilene

Zira disse...

beijos amiga lindaaaa