"Em Setembro
eu vou
pelos caminhos
com árvores plantadas
no ouro da tarde
na espada do vento
julgo ouvir um canto
de pássaro escondido
nas franjas fulvas do dia
lembro o teu olhar onde a luz se aquece
sinto-lhe a ternura a nudez o gume
como um perfume
vertido
que não se perde
sob os alámos
eu quero estar contigo
de mãos dadas
nada me protege
desta saudade
nenhum pensamento
me suspende a lágrima
Setembro
ao cair da tarde."
Nesta noite fria
Há 7 anos

2 comentários:
Linda imagem ..lindo poema. Obrigada amiga Zira e beijocas da filha da "tia" Ema...que recordo a cada moento com indelével saudade.
Para ti um abarço de verdade!
Aiiiiiii...hoje o teclado não anda bom...momento e não moento...abraço enão abarço.
Enviar um comentário