domingo, 2 de março de 2008

SERENIDADE

Serenidade encontrada
Em sorriso irradiante
Com quietude fascinada!
Deleite naquele local
Com sorrisos e esperança
Paradigmas de harmonia
Escalada de bonança!
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Em natural esplendor
Surrealismo à mistura
Sintonia no ambiente
Longe de qualquer loucura.
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No ar puro da montanha
Procurando o sossego
Vitalizador da mente
Libertando cada medo.
Medo da agitação
Com existência singela
Olhar raios de sol…
E contemplar cada estrela!
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M.Teresa Fernandes

Olá Alzira!


Bem chegada este espaço que abri para a nossa aldeia,... Babe, onde nascemos e brincámos, à pincha carneira por aquela palha fora, ao escorrega sobre o gelo e as giestas, à macaca, aos jogos de roda, onde aprendemos a fazer crochet, meia e a desenvolver perante aquela natureza, ora agreste ora em jardim florido, mesmo no monte, a nossa sensibilidade. Onde também fizemos a o Ensino Primário. Apesar da diferença de idade, como vivíamos na mesma rua já estravas na brincadeira das mais crescidas...e a cor do teu cabelo fazia a diferença, rsssss...Obrigada por aceitares o convite e vamos mesmo pela sapeira , salvo se formos a pé ou de helicóptero...A...h podemos ir por outros lados de moto4(eu não tenho) de tractor... que esquecida ou todo o terreno. Na nossa infância a alternativa era ir nas burricas, senão a pé para qq lado mesmo para Bragança. Não queres contar aquela do Festival da Canção?

E foi há tantos anos....Com amizade
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M.Teresa

sábado, 1 de março de 2008

Obrigada Teresa

Vou tentar dar o meu simples contributo ao Blogue de Babe, terra que me viu nascer crescer e dela saí aos 27 anos.
Apesar de o meu poiso quando de visita a Lombada ser numa aldeia ao lado, Babe é o meu ninho, aldeia de coração de origem. Costumo defini-la "Berço de Emoções .
Vamos subir a sapeira?
Sou de Babe CARAI.

Em Babe também há:

Gelo no Inverno
As referidas Moto4

Procissão no dia de festa



Museu Etnográfico
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Fotos de MTFeranandes

VI AQUELA LOMBADA



Vi aquela Lombada
Coberta de neve fria.
Com brancura de pasmar
Ai que suave magia!

Como se fosse ao vivo
E não pela televisão.
Fiquei cheia de saudade
De quando a pegava à mão!

Brincava com os amigos.
E com eles bonecos fazia
Eram dias diferentes...
Naquela região tão fria.

Nos gelos de cada Inverno
Quando éramos crianças
A contrastar com o calor...
Do Verão e da festanças.

Que muita vez se faziam
Animando toda a aldeia
Era música e bailarico
Mesmo à luz da candeia.

Mas a neve de agora…
Vista mesmo na distância.
Deu-me alento e saudade.
Desse tempo da infância!
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M. Teresa Fernandes;Jan.2007